sábado, 15 de agosto de 2015

A VIDA É BELA 15 08 2015


A vida é mais bela  do que parece.


Basta relembrarmos os tempos em que éramos criança.

O primeiro pito de meu  pai quando mijei  nas calças por  ele me 

ter dado duas boas palmadas por ter tirado nota  baixa em 

matemática.


Hoje eu penso que ele deveria ter dado umas 10 palmadas.


Eu bem que merecia   porque errei por fata de atenção.


A coragem de   minha  mãe ao repreender  meu pai por ter sido 


tão duro comigo.


O despeito por minha  irmã, que nasceu dois anos depois de mim, 


porque  meu  pai    mimava ela demais.


Isso, entretanto, não  importava   na  medida em que minha mãe 


me mimava e isso contrabalançava  nossas relações.


Minha primeira namorada que meu deu um chute depois de dois 


meses de namoro antes de eu ter dado o fora nela antes.


A primeira vez que os garotos amigos me convidaram para jogar 


bola.


Eu era muito ruim fiz.. de cara um gol contra e quase me 

mataram.


Nunca mais joguei futebol.


Meu primeiro trote na Faculdade.


Meu primeiro emprego aonde fiz muitos amigos alguns dos quais 


conservo ate hoje.


Tenho muito pra contar.

Meu casamento....

O  nascimento da única filha que tenho de quem me orgulho 


muito.


Apesar de ela ser muito gastadora.


Ah...as lembranças renovam o espírito e o corpo também.


E não faz mal a ninguém.




domingo, 9 de agosto de 2015

MEU PAI 9 8 2015

                           
Há tempos estou precisando   falar sobre  ele e  o momento é oportuno para isso .
Ele já faleceu há mais   de vinte  anos  e, na medida em que fico mais idoso,   mais
me  lembro    dele.
Só teve instrução primária mas soube ensinar-me bons princípios.
Devo tudo o que sou a ele.
Hoje pela manhã ao passar pela rua   dos Toneleros,   perto de minha residência,
em  Copacabana ,  percebi um senhor em uma pequena barbearia fazendo faxina
e  recordei que todos os domingos , pela manhã, meu pai fazia o mesmo em sua
barbearia. Faxina geral.
Contudo, destinava um domingo   por mês, para fazer barba e cabelo dos internos
da ALIANÇA DOS CEGOS DO BRASIL que até hoje está no mesmo lugar vivendo de
doações,   na rua 24 de Maio no bairro de São Francisco  Xavier .
Atravessava a via férrea, com sua navalha,pente e tesoura etc na sua maletinha e ficava lá toda a manhã.
Prestava serviço voluntário mas nem se dava conta disso.
Lembranças....lembranças.
Vida simples, pouco dinheiro, trabalho árduo.
Existe um elo invisível   que nos liga e ,vez por outra, me lembro daquela figura.
Bigodinho sedutor  e  cortejador .
Minha mãe tinha um ciúme louco dele...mas ...deixa isso prá lá.
Depois eu conto mais.....