sábado, 2 de novembro de 2013

PATRÃO RABUGENTO

 O  faxineiro José da Silva   aceita trabalhar como enfermeiro na residência de um senhor muito doente, de mau gênio e malquisto em toda a cidade e nenhum enfermeiro ficava muito tempo no emprego.
Ele estava na pior , aceita o emprego e, até certo momento, convive bem com o ricaço   patrão até que começaram as desavenças.
O   patrão, seu Anacleto, maltratava seu empregado porque tinha gênio péssimo, por isso mesmo nenhum enfermeiro aguentava o emprego e o patrão teve que se conformar com um faxineiro  mesmo  talvez até devido a sua situação de  condenado porque era portador doença grave.
O  seu José tinha paciência e dava conta do recado mas não estava aguentando mais as idiossincrasias do patrão e pediu demissão.
Posteriormente, a pedido do  sr. Anacleto   volta ao emprego
 e ai  recomeçam as brigas de novo.
 Até que, acidentalmente, o seu José  mata o patrão deixando cair sobre ele uma panela de agua fervente..
Então , ao saber que  o patrão rabugento e de gênio terrível  deixara um testamento para ele
fica desnorteado, sem saber o que pensar e sentiu-se profundamente arrependido.
ao ponto de, para sentir-se aliviado de ter cometido aquele ato, doa todos  os bens recebidos, porque se julgava criminoso por ter matado patrão ,como se aquela ação pudesse expiar o seu suposto pecado.

O  temperamento  ,as vezes, encobre a nobreza das pessoas.
 O velho  não era de todo mal..
Apenas temperamental..


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