quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A MORTE DO POETA

21 08 2014


As palavras de dissipam no ar

A tempestade é intensa

Procuro alcançá-las..

As palavras me fogem..

Não  consigo, desisto..

Meus braços estão trêmulos

Corro perigo..

Perco o   animo 

Caio ao chão  extenuado ..

Esmoreço

A ventania aumenta...

Cresce o desalento

Vencido pelo cansaço amasso o papel e jogo na lixeira 






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