Reunidos nos
porões do palácio.
Tramam contra
almas infelizes
Supostos donos da verdade mas
Condutores da
mentira.
E da vaidade.
Trespassam os
corações dos infiéis.
Com espadas e
archotes.
Com a maior
insensatez.
Jurando juras de fidelidade.
Condenam os vivos
e os mortos.
Se valendo das
trapaças.
Planejam coisas
mil.
No intuito de
afundar.
De vez tudo o
que é nosso.
Dos fiéis devotos.
Assim procedem.
Através dos
séculos.
Séculos de
glorias.
Glórias vãs.
Rasgam páginas da
historia
Parte da história.
Destruindo o que
foi posto
Pelo Criador de
tudo.
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