terça-feira, 5 de julho de 2016

DOMINGO 06 07 2016

                    
Hoje  está   um dia nublado e friorento.
Tomo meu café , abro meus e mails e me deparo com a postagem de um
amigo meio louco meio poeta   nos termos  que abaixo  transcrevo.

“Dia deprimente.
Chuva incandescente.
Calor inexistente.
Que não me deixa contente.
Dia deprimente.
Que me lembra o ausente.
Sinto frio em meus pés.
Perto  do revés.
Quando o sol está ausente.
Penso no enorme contingente.
De pessoas nas calçadas.
Esquecidas, ao relento
Dormindo o sono do cansaço.
Sujeitas a chuva    e vento.
Indigentes.
Enrolados em velhos trapos
Humanos farrapos.
Esquecidos, vivos mais sem vida.
Frio deprimente.
Amor de todo ausente.
Amanhã poderá ter sol
Não pra todos.
Enfim.
Esperança sempre há.
Mais não será pra já”


Petrovisky  Pizola Atok


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